Curitiba

Lobo-marinho rouba a cena em Guaratuba e faz sucesso entre banhistas

Animal já está no litoral do Paraná há quatro dias e não parece ter vontade de ir embora

Foto: Laboratório de Ecologia e Conservação (CEM/UFPR)/Divulgação

Foto: Laboratório de Ecologia e Conservação (CEM/UFPR)/Divulgação

Foto: Laboratório de Ecologia e Conservação (CEM/UFPR)/Divulgação
Foto: Laboratório de Ecologia e Conservação (CEM/UFPR)/Divulgação
Foto: Laboratório de Ecologia e Conservação (CEM/UFPR)/Divulgação
Foto: Laboratório de Ecologia e Conservação (CEM/UFPR)/Divulgação

Um lobo-marinho, que resolveu passar uma temporada no litoral do Paraná, virou atração turística durante o fim de semana. Vários banhistas ficam horas observando o animal e aproveitam para fazer fotos do hospede incomum.

Na manhã desta segunda-feira (4), o mamífero do mar continuava tomando sol nas areias da praia de Guaratuba e ganhou até um camarote. Ele chegou ao local na semana passada e a prefeitura isolou a área onde ele se encontra. O animal está sendo monitorado pela Polícia Ambiental e pelo Centro de Estudos do Mar da Universidade Federal do Paraná.

De acordo com a bióloga Camila Domit, o lobo-marinho é da espécie Arctocephalus tropicalis e chega à costa brasileira por meio de correntes marítimas mais frias. Geralmente esses animais vem à procura de alimentos.

A especialista afirmou ainda que não é rara a visita de lobos-marinhos no litoral do Estado, especialmente os subantárticos. A praia de Pontal do Sul hospedou um lobo-marinho no último mês de julho.

A pagina do Nosso Litoral no Facebook publicou um vídeo do animal se exibindo para os banhistas durante o fim de semana. Veja:

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Saiba quais são os benefícios da castração para a saúde do seu animal

Segundo médico veterinário, o procedimento diminui o risco de câncer de mama e a frustração sexual

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Muitas pessoas ainda acham que ao castrar seu animal, seja ele macho ou fêmea, estará causando malefícios ao bichinho de estimação. No entanto, é justamente o contrário que acontece. O animal castrado pode ter uma qualidade de vida muito melhor, sobretudo quando passa da idade adulta. O médico veterinário, Ítalo Cássio S. Oliveira, que atende na Petz, ressalta que, nas fêmeas, o procedimento diminui o risco de câncer de mama, em 99% das cadelas castradas antes do primeiro cio. Já em gatas, a castração reduz as chances de câncer de mama entre 40% a 60%.

Nos machos, a castração reduz a frustração sexual e a necessidade de sair em busca de fêmeas ou, ainda, a marcação de território. Ao mesmo tempo, isso diminui o risco de fugas, atropelamentos e brigas com outros machos, acrescenta. Outro benefício é que as fêmeas não ficam mais vulneráveis a infecções uterinas graves, como a Piometra, uma vez que o seu aparelho reprodutor é removido durante o procedimento, explica o dr. Ítalo. Já em machos, ele assegura que reduz-se em grande escala as afecções de próstata e evita-se o câncer de testículo, que pode ser fatal. “As fêmeas não entram mais no cio, poupando os tutores de lidar com o sangramento e com possíveis cães de rua importunando no portão.

Cães e gatos machos sentem menos necessidade de marcar o seu território com urina. Seu animal de estimação também pode ficar mais dócil, facilitando a interação e reduzindo situações problemáticas, especialmente entre os que tinham comportamento agressivo antes”, garante o veterinário da Petz. Uma vez que seu animal está castrado é importante dar mais atenção à alimentação dele. O ideal, segundo o veterinário, é verificar a quantidade de comida que está oferecendo, pois, em geral, os animais castrados consomem menos calorias. "Aqui vale destacar que a castração em si não faz o animal engordar. O que acontece, em alguns casos, é a redução de atividade física, deixando o animal mais calmo, o que o leva a ganhar peso”, esclarece. O grande "malefício" seria o de não atingir maturidade sexual antes do primeiro cio e não ter crescimento maduro de alguns órgãos, ficando com aparelho reprodutivo infantil/imaturo. “Poucas vezes pude notar fêmeas castradas antes dos 4 meses incontinentes e dependentes de estrógeno em idade adulta”, garante, o médico veterinário Ítalo Cássio S. Oliveira, da Petz.

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Como ensinar o seu cão a fazer xixi no lugar certo?

Veterinário dá dicas treinar os bichinhos

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Essa é uma pergunta muito comum entre as pessoas que dividem suas casas com cães e gatos. Então, hoje, vamos falar sobre este comportamento nos cães e, em outro momento, traremos orientações para os gatos, ok? De acordo com o médico veterinário Marcus V. Quadros Silva, que atende na loja Petz Seminário, em Curitiba, o primeiro passo é a escolha da área ideal para o animal fazer xixi e cocô.

Depois disso, essa área deve ser forrada com jornal ou tapetes higiênicos. Podem, inclusive, ser usados educadores sanitários em tais locais para que ele comece a adquirir o hábito de fazer no local escolhido. Outro fator muito importante é a utilização da técnica do reforço positivo, dando carinho e agrados como petiscos caso ele faça no local correto, orienta o médico veterinário. “O tutor deve fazer exatamente o contrário. É importante que o dono do animal jamais grite e use comandos de voz com tom mais alto para ressaltar um comportamento errado pois isso pode deixá-lo com medo de fazer as necessidades e ainda prejudica o aprendizado do animal a fazer no local indicado”, recomenda.

É importante, também, não limpar as fezes ou urinas na frente do cão, já que eles podem entender que o fato de fazer em lugares errados chama a atenção do proprietário, e então reforçam este comportamento. “Dê um nome a este hábito, e quanto mais curta for a palavra mais fácil será o aprendizado. Assim, o seu cãozinho poderá se acostumar ao comando, sabendo como agir assim que o comando for dado”, acrescenta Marcus Silva, veterinário da Petz Seminário em Curitiba.

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