Curitiba

Confusão e tiroteio em hospital de Fazenda Rio Grande

Muita confusão, durante a madrugada desta quarta-feira (23), em um hospital localizado no centro de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba. Houve troca de tiros na recepção do local.

Um paciente, Henrique Ortiz da Silva, de 19 anos, foi socorrido por amigos depois de ser baleado em um bar. Enquanto ele recebia cuidados médicos, o autor dos disparos, Agnaldo da Silva, de 28 anos, invadiu o estabelecimento e novamente começou a atirar. Um adolescente, amigo de Henrique, também estava armado e reagiu.

Uma viatura da polícia militar passava pelo hospital no momento do tiroteio e acabou atendendo a ocorrência. Sete pessoas foram levadas à delegacia para prestar depoimento. A polícia apreendeu duas armas utilizadas no confronto.

Duas pessoas ficaram feridas e foram levadas ao Hospital do Trabalhador, em Curitiba.

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Motorista embriagado que causou acidente é condenado por homicídio

O Tribunal do Júri de Guarapuava condenou por homicídio com dolo eventual um motorista que, ao dirigir embriagado e de forma perigosa, provocou a morte de uma jovem de 21 anos, que estava no carro com ele. A condenação ocorreu na última segunda-feira (21). O réu também foi condenado por quatro tentativas de homicídio contra os demais ocupantes do carro.

O caso ocorreu em 15 de agosto de 2010. Segundo as investigações, Eduardo Luiz Kaminiski assumiu a direção de um carro e, totalmente embriagado e em alta velocidade, passou a fazer manobras perigosas. Ele perdeu o controle do veículo e bateu contra um poste de iluminação, que caiu sobre o carro, atingindo Karina Donato, de 21 anos na época dos fatos. A jovem morreu e outros quatro ocupantes do carro tiveram ferimentos.

Durante o julgamento, o júri reconheceu que o réu assumiu o risco de produzir a morte de todos os passageiros que se encontravam no interior do veículo, ao dirigir sob efeito de bebidas alcoólicas e de modo perigoso. A denúncia e a instrução do processo-crime foram realizadas pelo promotor de Justiça Marcelo Adolfo Rodrigues e o plenário do Tribunal do Júri foi feito pelo promotor Cláudio César Cortesia.

A juíza Carmem Zolandeck Mondin fixou a pena em 7 anos e 6 meses de reclusão em regime semi-aberto. O réu ainda pode recorrer da decisão.

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Policiais do caso Tayná são denunciados por improbidade

A 6.ª Promotoria de Justiça de Colombo (Região Metropolitana de Curitiba) ajuizou, nesta terça (22), uma ação por ato de improbidade administrativa contra os policiais acusados de terem torturado os suspeitos pela morte da adolescente Tayná Adriane da Silva, 14 anos. O caso correu em junho deste ano, no município de Colombo.

Estão sendo processados um delegado, 11 policiais civis, um agente de apoio da Polícia Civil, dois guardas municipais, um soldado da Polícia Militar, um auxiliar de carceragem, um soldado aposentado da Polícia Militar e dois presos. Quase todos são acusados de tortura. A exceção é o auxiliar de carceragem, que está sendo processado por prática dos crimes de abuso de autoridade e lesões corporais.

Se forem condenados, os acusados podem ser punidos com a perda da função pública, ressarcimento integral do dano, suspensão dos direitos políticos por período variando entre três e cinco anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida pelo agente e proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.

O promotor de Justiça Paulo Conforto, responsável pela ação, pediu a decretação de segredo de justiça ao processo. O objetivo é preservar a intimidade das vítimas.

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