Curitiba

Caso Tayná: inquérito confirma estupro e morte por estrangulamento

Em entrevista coletiva, na tarde desta sexta-feira (5) ,o delegado Fábio Amaro, responsável pela Delegacia do Alto Maracanã, confirmou o que levou Tayná Adriane da Silva à morte.

O delegado afirmou que os exames feitos no corpo da menina e os depoimentos prestados pelos quatros suspeitos batem. Adriano Batista, 23 anos, Sérgio Amorin da Silva Filho, 22, e Paulo Henrique Camargo Cunha, 25, mataram a menina após terem estuprado ela. O irmão de Adriano, Ezequiel Batista, 22, também está no inquérito entregue ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, pois presenciou tudo de longe e não impediu a brutalidade.

Entenda o caso
A menina Tayná costumava passar sempre no mesmo horário da noite em frente ao parque de diversões. Já com o plano pronto, os criminosos esperaram o momento certo para atacar a menina. Eles deram um soco em sua cabeça, que levou a jovem ao desmaio. Em seguida, arrastaram a adolescente para um matagal próximo e tiraram parte de suas roupas. Tayná retomou a consciência em seguida. Os assassinos revezavam entre segurar a garota e abusar sexualmente dela. As relações sexuais foram confirmadas através de exames realizados no corpo da garota.

Em seguida, os acusados vestiram a roupa na menina e com o cadarço direito de uma bota estrangularam a jovem. Já com a menina morta os rapazes levaram o corpo até um poço próximo, onde o abandonaram.

 

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Mais seis detentos são transferidos do minipresídio de Maringá

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Outros seis presos do minipresídio de Maringá foram transferidos para a Casa de Custódia (CCM) nesta sexta-feira (5). Nas próximas semanas, outros 214 deverão ser removidos para penitenciárias. A ação faz parte da determinação da Justiça, que pretende demolir o prédio no ano que vem.

Com mais presos do que a estrutura foi planejada para abrigar, a carceragem da 9ª Subdivisão Policial (SDP) foi destruída em março, quando estourou a rebelião. De lá para cá, os detentos estão soltos no corredor e diversas tentativas de fuga foram registradas.

Por isso, autoridades carcerárias de Maringá pediram urgência na adoção de medidas que reduzam a superpopulação do minipresídio. A solicitação foi atendida pela Justiça na última sexta-feira (28), com a determinação de transferências e apresentação do plano de demolir o prédio em 2014.

As remoções serão feitas conforme surgirem vagas em outros locais. Nesta semana, está sendo realizado o mutirão carcerário, que pretende liberar centenas de vagas no sistema penitenciário do estado.

Apoio da PM
Com a possibilidade de transferência, aumentaram as tentativas de fuga e a juíza da Vara de Execuções Penais de Maringá, Roberta Carmem Scramim de Freitas, determinou que a Polícia Militar (PM) ajudasse na vigilância da área. Essa medida porém, informa a nota divulgada pela PM, resultará em prejuízo ao policiamento da cidade.

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Grupo passa mais de seis horas em motel e sai sem pagar

Um grupo de seis pessoas, sendo duas mulheres, três homens e uma adolescente de 17 anos, passou a noite em um motel de Foz do Iguaçu, quebrou o local e saiu sem pagar a conta.

Eles chegaram no estabelecimento por volta das 7h30 de quinta-feira (4) e saíram do local ás 14h. Os seis consumiram toda a comida e bebida alcoólica da suíte e quebraram parte da mobília.

A conta teria atingido o valor de R$ 500. O grupo afirmou que não teria dinheiro para pagar o preço estabelecido e todos foram encaminhados à delegacia da Polícia Civil.

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