Curitiba

Pedreira Paulo Leminski pode ser reinaugurada com show de Roberto Carlos

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A reinauguração da Pedreira Paulo Leminski pode acontecer em grande estilo. O rei Roberto Carlos é cotado para ser a primeira atração na reabertura do espaço, fechado desde 2008. Caso confirmado, o show deve ocorrer no dia 29 de março, aniversário de Curitiba.

Procurada pela reportagem, a Fundação Cultural de Curitiba afirma que, até o momento, não há nenhum tipo de negociação com a empresa DC Set, que representa o cantor. Coincidentemente, a empresa é responsável também por administrar a Pedreira Paulo Leminski.

Já a assessoria da DC Set afirma que o show ainda não está confirmado, porém, há uma negociação em andamento e novidades devem ser anunciadas até o fim desta semana.

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Bad Religion volta ao Brasil e faz escala em Curitiba

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Com mais de 30 anos de carreira, a  banda punk californiana Bad Religion, retorna ao Brasil em fevereiro  para uma série de shows. A escala em Curitiba será no próximo dia 09 de fevereiro, quando a banda encerra as apresentações em solo brasileiro. Antes, eles se apresentam no Rio de Janeiro (05.02), Santos (07.02) e em São Paulo (08.02).

O sexteto está promovendo a turnê de divulgação do álbum ‘True North’ (2013), além de revisitar os clássicos das  três décadas de história, canções que viraram hinos do movimento punk no mundo. Com realização da Futura Produções e Eu Vou Produções, o show será realizado no Curitiba Master Hall (R: Itajubá, 143), às 21 horas.

Com 16 álbuns de estúdio lançados em sua carreira, o Bad Religion, cuja formação inicial já passou por diversas mudanças, é a banda punk que mais vendeu discos na história. Surgida no fim da década de 80, liderou a cena punk da época e influenciou gerações de músicos. Famosos pelas letras com temas sociais e ideológicos, seu mais novo álbum True North foi lançado em janeiro de 2013, com sucesso de público e crítica.

A formação atual mantém boa parte dos integrantes do time clássico e conta com Greg Graffin (vocal), Brett Gurewitz (guitarra), Greg Hetson (guitarra), Brian Baker (guitarra), Jay Bentley (baixo) e Brooks Wackerman (bateria).

O sexteto traz no repertório os hits, entre eles, devem fazer parte “American Jesus”, “Infected”, “No Control”,” Los Angeles Is Burning”, “21st Century Boy” e músicas do seu último CD como “Past Is Dead” e “True North”, homônima ao nome do disco.

Serviço: Bad Religion. Quando: 09 de fevereiro. Onde: Curitiba Master Hall (R: Itajubá, 143). Horário: às 21 horas. Ingressos: R$206,00 (inteira) e R$106,00.

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Bebê de um ano e oito meses ensaia os primeiros acordes no violino

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A mãe é musicista – toca violoncelo, viola de gamba e piano. O pai, um jazzista dedicado aos instrumentos de corda. A avó materna, uma violonista e terapeuta musical. O avô também pratica violão, além de ser um exímio tecladista. Essa é a família de Gael Villamayor, bebê de um ano e oito meses que, pela segunda vez, vem de Assunção para visitar a Oficina de Música de Curitiba. No pátio da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), onde aconteceu a primeira fase da Oficina, Gael passeia no carrinho de bebê com um pequeno violino pendurado ao lado, sendo carregado pela mãe, Sariah Blanco (25), e também na companhia da avó, Gladys. Sariah tira o violino da caixa, e entrega a Gael, que já demonstra habilidade ao segurar o instrumento nas mãos. Ele pede o arco e já começa a expressar alguns movimentos, com o desejo de tirar as suas primeiras notas.

Sariah está em Curitiba, na sua sexta Oficina de Música. Ela vem para estudar violoncelo e, há dois anos, também faz o curso de viola de gamba. “O evento é uma oportunidade única, não existem cursos assim por aí. O nível é alto, são grandes professores. Aqui formamos uma ‘família’, compartilhamos experiências e ideias da carreira musical, que, talvez, eu não teria a chance de conhecer em outra ocasião.” É essa experiência que Sariah quer que Gael também tenha. “Ao voltarmos ao Paraguai, ele vai começar a fazer aulas de violino. E, no próximo ano, vem comigo para fazer o Suzuki aqui”.

Gladys fala emocionada do neto. “Gael está mostrando para a gente que tem uma facilidade muito grande para a música, ele nos surpreende todos os dias. Quando eu começo a cantar ‘dó, ré, mi…’ ele já consegue completar a escala musical. Ao ver a Clave de Sol, fica animado, já sabe que se trata de música. Fico feliz em estarmos investindo no seu talento”. Mãe e filha se orgulham em falar sobre o contato precoce que Gael está tendo com a música. Ele as acompanha em concertos de jazz, de música clássica e em óperas. Assiste compenetrado a todos e, na hora dos aplausos, se empolga: “Bravo! Bravo!”.

No ano passado, durante a 31ª Oficina, Gael carregava seu ukelelê – instrumento de cordas, popular no Havaí – com o qual teve o primeiro contato aos seis meses de idade. Há pouco tempo, ganhou uma bateria do tio, na qual deposita grande parte de sua energia. “Estou ficando doida com isso”, brinca Sariah. Por último, veio o violino. “Foi engraçado quando demos o violino a ele, na primeira vez que em que colocou as mãos no instrumento, já pegou da maneira correta. Ele me pede o arco para tocar, nunca tratou o objeto como um mero ‘pauzinho’, como faria qualquer criança”, revelou a mãe.
“Estamos apresentando a música ao Gael, espero que ele siga os passos da família”.

Gladys fala mais das raízes musicais que fazem parte da sua família. “Comecei a estudar música aos sete anos, meu avô era músico também. Meus filhos tiveram a oportunidade de aprender algum instrumento ainda mais cedo, com cinco, seis anos de idade. Começaram a ler partitura antes de aprender a escrever ‘papai’ e ‘mamãe’ na escola, influenciados pelos nossos hábitos em casa. E agora, meu neto, que tem contato com todo esse universo desde que nasceu. Não queremos impor nenhum gosto ou trajetória a ele. Mas a esperança de que leve a diante a nossa ‘vida de músico’ sempre fica. Esse garoto promete.”

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