Curitiba

Cursos profissionalizantes gratuitos abrem 20 mil vagas em 2014 no Paraná

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Cerca de 55 cursos técnicos profissionalizantes ofertados gratuitamente pelo governo estadual vão abrir aproximadamente de 20 mil novas matrículas para o ano de 2014 em várias regiões. Atualmente, o Paraná é o terceiro Estado do país com o maior número de alunos matriculados em cursos técnicos.

Em 2013, o Departamento de Educação e Trabalho conta com 83.827 estudantes matriculados em cursos técnicos na rede estadual de ensino, nas modalidades ensino médio integrado, subsequente, Proeja (Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos), e Curso de Formação de Docentes.

O número representa um aumento de quase 10% no total de alunos matriculados nos cursos técnicos, em comparação com o ano de 2012. Naquele ano, 75.862 alunos fizeram esse tipo de curso na rede estadual pública de ensino. Os 53 cursos técnicos estão divididos em 355 escolas estaduais do Paraná, em 184 cidades diferentes.

Na página www.educacao.pr.gov.br/cursostecnicos o estudante encontra todas as opções de cursos. Todos são gratuitos e possibilitam o acesso ao estágio, aproximando os alunos ao mundo do trabalho. O Departamento de Educação e Trabalho (DET), em conjunto com os professores, está fazendo toda uma reestruturação dos cursos técnicos no Estado.

Existem estudos para identificar a demanda de profissionais num curto, médio e longo prazo nas cidades onde estão os cursos técnicos profissionalizantes. Desta forma, as escolas formam alunos que irão permanecer na cidade onde vivem e assim vão ajudar no desenvolvimento de toda a região.

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Confira as vagas de emprego ofertadas pela Agência do Trabalhador

Nesta segunda-feira (23), véspera de Natal, a Agência do Trabalhador do Paraná disponibiliza 18245 vagas de emprego. Em Arapoti, existe uma vaga para motoboy, uma para ordenhador e uma para porteiro. Em Sertanópolis, 2 para ajudante de cozinha e 2 para zelador.

Confira a relação completa, clicando aqui.

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Novembro teve a menor taxa de desemprego em 11 anos

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Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quinta-feira (19), o mercado de trabalho no país, em novembro deste ano, apresentou a taxa de desemprego mais baixa desde 2002 (4,6%). Os postos de trabalho com carteira assinada cresceram 3,1% no mesmo período, comparando com o do ano passado. As vagas sem carteira assinada ainda recuaram 12,2%.

Outro ponto positivo do mercado de trabalho foi o aumento de 3% do rendimento real do trabalhador, entre novembro de 2012 e novembro deste ano. O valor atingiu R$ 1.965,20, também o maior da série histórica.

Apesar disso, não houve aumento dos postos de trabalho nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pela PME, já que o número se manteve em 23,3 milhões em novembro. Segundo o IBGE, a redução da taxa de desemprego dos 4,9% em novembro do ano passado para 4,6% em novembro deste ano foi devido à entrada de 800 mil pessoas na inatividade. Ou seja, essas pessoas pararam de procurar emprego e, portanto, de pressionar o mercado de trabalho.

Segundo o gerente de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo apesar de não haver crescimento do número de postos de trabalho, houve uma melhora qualitativa. “Houve um aumento do número de empregos com carteira assinada e o rendimento do trabalhador atingiu um nível recorde”, disse Azeredo.

Entre os sete grupamentos de atividades pesquisados, os postos de trabalho mantiveram-se estáveis em cinco deles. Houve reduções dos postos apenas na indústria (-3,9%) e nos serviços domésticos (-12,2%).

“Essa queda da indústria, nesta época do ano, é um dado preocupante. Em relação à queda nos serviços domésticos, isso não é novidade. Tem a ver com aumento da escolaridade, com a oportunidade de trabalhar em outros nichos. O segmento já representou 7% a 8% do mercado de trabalho e hoje representa apenas 5%. Não vemos relação disso com a PEC das domésticas, já que essa tendência já vinha sendo observada antes”, disse Azeredo.

A média da taxa de desemprego para os 11 primeiros meses do ano é 5,5%. Como em geral, a taxa de dezembro é a mais baixa do ano, 2013 deve ter uma taxa média inferior à observada em 2012, que havia sido 5,5%.

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