Curitiba

Feriadões devem injetar R$ 21 bilhões a mais na economia em 2017

Só feriado do Dia de Nossa Senhora Aparecida deve movimentar R$ 3,9 bilhões na economia

A expectativa é de que as viagens nos fins de semana prolongados injetem R$ 21 bilhões a mais na economia em 2017 - (José Cruz/Agência Brasil)José Cruz/Agência Brasil

Os dias de folga poderão impulsionar a economia brasileira, segundo estudo do Ministério do Turismo. A pasta espera que as viagens nos fins de semana prolongados por feriados que caem na segunda, terça, quinta ou sexta-feira injetem R$ 21 bilhões a mais na economia em 2017. A projeção divulgada nesta quinta-feira (12) considerou um acréscimo de 22 dias de folga, quando 10,5 milhões de viagens deverão ser feitas.

Na contramão de outros setores que projetam prejuízos com os feriados, como comércio e a indústria, o Ministério do Turismo acredita que as viagens e o consumo nos dias de folga gerarão renda e emprego. O turismo, de acordo com o Conselho Empresarial de Hospitalidade e Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), é grande impulsionador de mais 52 áreas, direta ou indiretamente.

O feriado que deve gerar maior impacto é o Dia de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro, quando 1,94 milhão de viagens movimentarão R$ 3,9 bilhões na economia.

O levantamento foi feito pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Fundação Getulio Vargas, levando em consideração os feriados de 21 de abril (Tiradentes, sexta-feira), 1º de maio (Dia do Trabalho, segunda-feira), 15 de junho (Corpus Christi, quinta-feira), 7 de setembro (Independência do Brasil, quinta-feira), 12 de outubro (Dia de Nossa Senhora Aparecida, quinta-feira) e 2 de novembro (Finados, quinta-feira). O Carnaval, a Semana Santa, o Natal e Réveillon foram desconsiderados, porque via de regra geram fins de semana prolongados e a ideia da projeção foi levantar qual o valor a ser acrescentado na movimentação econômica nacional em 2017.

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Produtos de verão estão 9,25% mais caros neste ano, revela estudo

Maiores aumentos foram em passagens aéreas, refrigerantes light/diet e frutas

Foto: Pixabay

Produtos tipicamente consumidos no verão estão 9,25% mais caros neste ano, mostra estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). A lista de produtos selecionados pela FGV inclui 22 itens, e 9,25% é a variação média dos preços entre janeiro e dezembro de 2016, na comparação com o mesmo período de 2015.

Essa cesta de produtos do verão registrou inflação maior do que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da FGV, que fechou 2016 com alta de 6,18%. "Os principais vilões foram passagens aéreas (35,92%), refrigerantes light/diet (16,16%) e frutas (14,99%), que registraram os aumentos mais expressivos", diz uma nota divulgada pela FGV.

Apesar da inflação, alguns produtos ficaram mais baratos no período. "Erva mate (-12,05%), hotel (-1,62%), excursão e tour (-1,56%) apresentaram quedas em seus preços", diz a nota.

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Segundo a FGV, o pesquisador André Braz, autor do estudo, ponderou que é preciso levar em consideração que houve aumento na taxação das bebidas.

"As passagens áreas, por conta da redução da concorrência e da influência do dólar, permaneceram em um patamar elevado. Em contrapartida, a recessão colaborou para a redução dos preços relativos à hotelaria e aos eletrodomésticos", diz a nota da FGV.

Eletrodomésticos como ar condicionado (3,13%), geladeira e freezer (3,47%) e ventiladores (5,96%) subiram menos do que o IPC.

O forte calor dos últimos dias pode manter esses preços pressionados. "Essa inflação medida é aquela que se acumulou do verão passado até esse. Contudo, devido ao forte calor, ainda podem ocorrer novos aumentos por conta da lei da oferta e da procura. E o aumento do calor é um item sobre o qual não temos controle", completou Braz, conforme a nota da FGV.

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Receita libera consulta a lote residual do Imposto de Renda

O crédito bancário para 177.539 contribuintes será realizado no dia 16 deste mês

Foto: Marcello Casal/Agencia Brasil

A partir das 9 horas desta segunda-feira (9), o contribuinte tem acesso para consulta o lote multiexercício de restituição do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física. Ele contempla restituições residuais referentes aos exercícios de 2008 a 2016, informou a Receita Federal. 

O crédito bancário para 177.539 contribuintes será realizado no dia 16 deste mês, totalizando R$ 370 milhões. Desse total, R$ 6,768 milhões serão destinados a contribuintes idosos (21.130) e com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave (2.232).

Consulte aqui o lote liberado hoje

 

A correção pela taxa Selic do valor a ser restituído varia de 9,92% (para restituições referentes a 2016) e 91,49% (para as de 2008). IRRPara saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146.

Na consulta à página da Receita, pelo serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

Tablets e smartphones

A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do Imposto de Renda Pessoa Física e situação cadastral no CPF (Cadastro de Pessoa Física).

Com ele será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do imposto e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

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A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requer por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

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