Curitiba

Pedágios das rodovias 116 e 376 ficam mais caros a partir de sexta-feira

O pedágio no trecho entre Curitiba e Florianópolis vai ficar mais caro a partir desta sexta-feira (22). Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou 5,88% de reajuste da tarifa básica de pedágio das rodovias BR-116 e 376 (Paraná) e BR-101 (Santa Catarina).

Para os motoristas que trafegam pela via, o valor cobrado nas praças de São José dos Pinhais (PR), Garuva, Araquari, Porto Belo e Palhoça, em Santa Catarina, passa de R$ 1,70 para R$ 1,80 a partir da próxima sexta-feira (22).

A decisão foi tomada em reunião da diretoria da agência e publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (17). A concessionária que explora o trecho é a Autopista Litoral Sul S.A.

Como a praça de pedágio na cidade de Palhoça vai mudar de localização, a ANTT especificou que o pagamento de tarifa dessa praça continua suspenso até 22 de junho, ou até que a transferência seja efetivada. O novo pedágio vai ficar 23 km ao sul do atual, no limite entre os municípios de Palhoça e Paulo Lopes, na Região Metropolitana de Florianópolis.

Confira na tabela abaixo os novos valores a serem praticados no trecho:                   *Fonte: Autopista. Litoral Sul.

Categoria Tipo de veículo Eixos Rodagem Multiplicador Tarifa reajustada (R$)
1 Automóvel, caminhonete e furgão 2 Simples 1 R$ 1,80
2 Caminhão leve, ônibus, caminhão-trator e furgão 2 Dupla 2 R$ 3,60
3 Automóvel com semi-reboque e caminhoneta com semi-reboque 3 Simples 1,5 R$ 2,70
4 Caminhão, caminhão-trator, caminhão trator com semi-reboque e ônibus 3 Dupla 3 R$ 5,40
5 Automóvel com reboque e caminhoneta com reboque 4 Simples 2 R$ 3,60
6 Caminhão com reboque, caminhão-trator com semi-reboque 4 Dupla 4 R$ 7,20
7 Caminhão com reboque, caminhão-trator com semi-reboque 5 Dupla 5 R$ 9,00
8 Caminhão com reboque, caminhão-trator com semi-reboque 6 Dupla 6 R$ 10,80
9 Motocicletas, motonetas e bicicletas a motor 2 Simples 0,5 R$ 0,90

Envie seu comentário

Comentários (0)

Correios são proibidos de descontar salários de funcionários em greve

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) proibiu os Correios de descontar do salário dos funcionários que estão em greve. Contudo, 40% dos empregados devem continuar trabalhando. A decisão do ministro Márcio Eurico Vitral Amaro foi tomada na última sexta-feira (15) e publicada nesta terça-feira (18).

O pedido para evitar os descontos foi feito pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect). A entidade argumentou que a empresa cortou o pagamento do tíquete-alimentação dos funcionários que entraram em greve. Na mesma decisão, o ministro determinou que a Fentect informe se está cumprindo uma decisão anterior dele, que estabelece a manutenção do percentual mínimo em serviço.

Os funcionários dos Correios iniciaram uma paralisação parcial no dia 29 de janeiro alegando que a administradora do plano de saúde oferecido pela empresa, a Postal Saúde, estava cobrando por serviços médicos. Em seu site, a federação divulgou nota fiscal de um funcionário que pagou por atendimentos médicos, além de citar casos de outros empregados que também pagaram por serviços em hospitais.

Os Correios informam que o plano de saúde, CorreiosSaúde, não será privatizado e não cobrará nenhuma mensalidade de seus beneficiários. A empresa informou que a Postal Saúde é uma “caixa de assistência, patrocinada e mantida pelos Correios”, registrada na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e com política e diretrizes definidas por ela. Segundo os Correios, nenhuma das cobranças tem a ver com a implantação da Postal Saúde.

Envie seu comentário

Comentários (0)

Mais de 5 mil focos do mosquito são encontrados no Paraná só em janeiro

Somente em  janeiro de 2014, cerca de 5.400 focos do mosquito da dengue foram encontrados no Paraná. O dados são de um estudo da Secretaria Estadual da Saúde divulgado na tarde desta terça-feira (18). Com base no levantamento dos índices de infestação realizado pelos municípios, o Estado traçou um perfil dos focos mais encontrados.

A maior parte dos criadouros com larvas do mosquito (43%) foi classificada como lixo ou outro tipo de material reciclável, como recipientes plásticos, copos descartáveis, garrafas pet, latas e demais objetos que acumulam água.

Segundo o superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz, isso mostra que o descarte adequado de materiais recicláveis é a principal forma de prevenir a dengue.  “Todo e qualquer recipiente que possa acumular água pode se tornar um potencial criadouro do Aedes aegypti”, alertou o superintendente.

Outros locais que merecem atenção especial da população são os depósitos móveis, como vasos, pratos e frascos de plantas, além de bebedouros de animais. Este tipo de criadouro representou 26% do total de focos encontrados pelas equipes municipais de saúde. Em seguida, vêm os depósitos ao nível do solo (tonéis, bacias e cisternas), com 13%; os pneus e câmaras de ar, com 8%; e os depósitos fixos (calhas, lajes, ralos, sanitários em desuso), com 5%.

De acordo com o superintendente, a orientação é que a população dedique pelo menos 10 minutos por semana ao combate à dengue em sua casa. “Cerca de 90% dos criadouros do mosquito estão dentro de casa ou no quintal. Por isso, é importante que todos façam a sua parte e verifiquem periodicamente se há possíveis criadouros em sua residência”, explicou.

Envie seu comentário

Comentários (0)