Curitiba

Confira o que abre e o que fecha no feriado em Curitiba

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Alguns serviços da Prefeitura terão horários diferenciados durante o feriado de Páscoa. Os serviços municipais retomam o funcionamento normal na segunda-feira (1).

Confira abaixo o que abre e fecha no feriado

Repartições públicas municipais e Ruas da Cidadania – Fechadas na sexta-feira. Voltam ao atendimento normal na segunda-feira (1).


TRANSPORTE

Transporte coletivo – O transporte coletivo terá horário de domingo nesta sexta-feira (28). O preço da tarifa é de R$ 2,85. As tabelas de horários de todas as linhas estão disponíveis na página inicial do site da Urbs (www.urbs.curitiba.pr.gov.br).

Atendimento na Urbs – sexta-feira não haverá atendimento ao público, o que inclui compra de crédito transporte (que poderá ser feita pela internet), e cadastramento do cartão transporte e passe escolar.


ABASTECIEMNTO

Mercado Central – Fechado sexta, aberto sábado e domingo.

Shopping Popular – Fechado sexta, aberto sábado e domingo.

Mercado Municipal – Sexta-feira, aberto das 7h às 13 horas. Sábado e domingo horário normal.

Feiras livres, feiras noturnas, Feira Gastronômica – Sexta-feira o funcionamento é facultativo. Sábado e domingo funcionamento normal.

Feiras orgânicas – Sexta e domingo não serão montadas e no sábado o funcionamento será normal.

Sacolão da Família – Sexta-feira estarão fechados, sábado é facultativo e domingo funcionamento normal.

Mercado Regional Cajuru - Sexta-feira, aberto das 7h às 13 horas. Sábado e domingo horário normal.

Varejão Capão Raso – Sexta-feira estará fechado. Sábado e domingo o funcionamento será normal.

Armazém da Família – Fechados na sexta e no final de semana.

Restaurante Popular - Fechados na sexta e no final de semana.


EDUCAÇÃO

Escolas e creches municipais - Não haverá atividades na sexta-feira.

Faróis do Saber – Não haverá atividades na sexta-feira.

Casa Encantada,  biblioteca do Bosque Alemão -  No sábado funcionará das 9h às 17 horas.

Comunidade Escola  - No fim de semana haverá recesso das atividades.


MEIO AMBIENTE

Limpeza pública – A coleta de lixo, domiciliar e seletiva, será feita na sexta-feira (29). Neste dia, não haverá serviço de Câmbio Verde.

Zoológico e Passeio Público – Estarão abertos normalmente na sexta-feira (29) e no final de semana da Páscoa.

Museu de História Natural – Estará aberto no sábado e no domingo (30 e 31), mas ficará fechado na sexta-feira (29).

Museu Botânico – Estará aberto normalmente na sexta-feira (29) e no final de semana da Páscoa.


SAÚDE

As Unidades Básicas de Saúde e as Unidades de Saúde da Família de Curitiba ficarão fechadas

Os oito Centros Municipais de Urgência e Emergência (Cmuns) estarão funcionando normalmente, durante 24 horas. São eles:

Centro de Urgências Médicas Boa Vista: Av. Paraná, 3.654, Boa Vista.

Centro de Urgências Médicas Boqueirão: Rua Professora Maria de Assumpção, 2.590, Boqueirão

Centro de Urgências Médicas Cajuru: Rua Engenheiro Benedito Mário da Silva, 555, Cajuru

Centro de Urgências Médicas Campo Comprido: Rua Monsenhor Ivo Zanlorenzi, 3.495, Campo Comprido

Centro de Urgências Médicas CIC: Rua Senador Accioly Filho, 3.370, CIC

Centro de Urgências Médicas Fazendinha: Rua Carlos Klemtz, 1.883, Fazendinha

Centro de Urgências Médicas Pinheirinho: Rua Leon Nicolas, 1.995, Pinheirinho

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Eduardo Requião é condenado a devolver R$ 46 mil à Administração dos Portos

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O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) negou recurso que contestava o julgamento pela irregularidade das contas de 2005, da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), sob responsabilidade de Eduardo Requião de Mello e Silva, gestor entre 2003 e 2006. O TCE determinou que Eduardo Requião devolva mais de R$ 46 mil ao cofre da Appa, que corresponde a obras e serviços pagos e não executados. Esse valor deverá ser atualizado, com juros e correção monetária desde as datas de desembolso. Ainda cabe recurso.

No julgamento, o contador da Appa no exercício de 2006, Rogers Camargo de Paula, também foi multado em R$ 1.308,48, em decorrência das irregularidades de cunho técnico-contábeis.

A defesa da Appa questionou os motivos da condenação, relacionados à reforma no cais Oeste do Porto de Paranaguá. Segundo o advogado, a paralisação das obras não provocou prejuízo aos cofres públicos. Elas não foram executadas porque não houve apresentação do EIA-Rima (Estudo de Impacto Ambiental), documento que é pré-requisito para a realização do empreendimento, alegou.

O argumento não foi aceito pelo TCE-PR. O relator do processo manteve a condenação porque, segundo ele, Eduardo Requião não tomou nenhuma ação administrativa ou judicial que garantisse a realização da obra, necessária para o crescimento de receitas do Estado.

Licitações e contrato

No total, a Sexta Inspetoria de Controle Externo, a Diretoria de Contas Estaduais, a Coordenadoria de Engenharia e Arquitetura e o Ministério Público de Contas apontaram 18 irregularidades na gestão da Appa. Entre elas, estão irregularidades em licitações, prorrogação de contrato vencido e falta de contrato para a execução de serviços de dragagem no canal de acesso ao Porto de Paranaguá.

Na análise das contas, além de contratação irregular de mão de obra, os técnicos do TCE também apuraram três falhas de ordem contábil: divergência entre os saldos bancário e contábil no valor de aproximadamente R$ 18,7 milhões; falta de contabilização de algumas receitas e despesas e utilização, para o pagamento de outros credores, de empenhos e liquidações destinados a saldar indenizações resultantes de decisões da Justiça do Trabalho.

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Obra para Copa do Mundo é cancelada em Curitiba

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Em documento encaminhado à Caixa Econômica Federal (CEF), a Prefeitura de Curitiba solicitou o cancelamento do financiamento para a remodelação da Avenida Cândido de Abreu. A obra integrava o conjunto de sete ações da Matriz de Responsabilidade do município para a Copa do Mundo FIFA 2014. A Prefeitura tomou essa decisão porque alterações no projeto tornaram a obra cinco vezes mais cara, o que acarretaria numa contrapartida, para o município, 83 vezes maior do que o previsto originalmente. Além disso, não haveria mais tempo hábil para entregar a obra pronta para a Copa do Mundo.

No contrato assinado em setembro de 2010, a obra estava avaliada em R$ 5.157.894,74 e o financiamento da CEF tinha o valor de R$ 4.900.000,00. A contrapartida da Prefeitura de Curitiba seria de R$ 257.894, 74, o equivalente a cerca de 5% do valor total da obra.

O projeto, contudo, não tinha o detalhamento necessário. Em maio de 2012, quando o projeto executivo foi detalhado, o custo da obra subiu para R$ 14.200.000,00. As intervenções previam nova pavimentação da via e instalação de passeios, pontos de parada de transporte coletivo, terraplenagem, sinalização horizontal e vertical, sinalização semafórica, novas galerias de drenagem, iluminação convencional e modernização da sinalização semafórica.

Meses depois, a atual administração municipal concluiu que, além das intervenções já previstas, seriam necessárias obras de drenagem nas duas extremidades da rua e também a instalação de distribuição de energia subterrânea para iluminação da via, que não tinham sido previstas. Com essas novas alterações, o valor final da obra seria elevado para R$ 26.242.000,00.

Desta forma, o financiamento da CEF permaneceria em R$ 4.900.000,00, mas a contrapartida da Prefeitura de Curitiba subiria para R$ 21.342.000,00. Além disso, já não haveria tempo hábil para entregar a obra pronta para a Copa do Mundo de 2014.

“Não temos como arcar com esses valores e tampouco conseguiríamos cumprir os prazos legais previstos na Matriz de Responsabilidade. E investir mais de R$ 26 milhões em 900 metros de uma única avenida, é algo que nos faz pensar uma, duas, vinte vezes. Por isso, a melhor decisão foi pedir a rescisão do contrato de financiamento”, disse o presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), Sérgio Póvoa Pires.

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