Curitiba

Acidente mata duas pessoas próximo a Céu Azul

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A cerca de dois quilômetros do pedágio de Céu Azul uma carreta e um carro colidiram na tarde desta quinta-feira (4). Em resultado, duas vítimas fatais.

A carreta carregava sete carros de leilão e vinha de Curitiba em direção a Medianeira. No percurso o veículo atingiu um carro arrastando-o por 200 metros.

Os corpos do motorista do carro e acompanhante ficaram presos às ferragens. Identificados como Maria de Fátima Pereira e Miguel Pereira Sobrinho, as vítimas morreram na hora.

Com o acidente a carreta caiu em um barranco às margens da BR 277 e para o motorista o acidente ocorreu por imprudência. “O motorista do carro tentou ultrapassar, mas não deu conta de terminar a ultrapassagem. O acidente ocorreu por imprudência.” Detalha o motorista da carreta, Thiago Amilton Bezerra, que saiu sem ferimentos. Thiago ficou muito assustado e comovido com o acidente. No carro havia uma cadeirinha de criança o que fez Thiago lembrar-se da filha.

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Pai que matou os três filhos morre na Penitenciária de Fco. Beltrão

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Na noite desta quarta-feira (3) Vanderlei Santos Lima, de 33 anos, morreu dentro da Penitenciária de Francisco Beltrão. Vanderlei estava preso há quase dois meses por ter assassinado os três filhos a facadas em Palmas. O homem morreu enforcado, de acordo com a polícia.

Entenda o caso
No dia 9 de maio, Vanderlei matou os três filhos, de dois, cinco e dez anos a facadas na cidade de Palmas. O homem estava separado da mãe das crianças e tinha prometido matar os filhos caso a mulher não reatasse o compromisso. Na manhã posterior a discussão e ameaça o pai foi até a casa da sogra, local onde as crianças ficavam enquanto a mãe trabalhava, e chamou os filhos para um passeio.

O assassino levou as crianças a um local retirado e esfaqueou os três que morreram no local. Após o ato Vanderlei tentou suicídio, cortando-se com o facão que havia matado os filhos. No entanto, populares perceberam a movimentação e impediram o homem, que foi preso na Penitenciária de Francisco Beltrão no mesmo dia.

O homem justificou o crime afirmando que matou os filhos, porque estes estariam passando fome. Entretanto, a mãe que criava os filhos afirmou que as crianças tinham tudo o precisavam e que o homem sempre foi violento com os filhos.

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A cada passo, uma nova descoberta

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Rios são sempre imponentes e belos. Mesmo sendo daqueles fininhos e sem força, ou até os mais violentos e encorpados. Todos eles carregam muita história, pois estavam ali, antes de nós, e vivenciaram muitas mudanças e os momentos históricos. Aqui pelas bandas que estamos não é diferente.

Próximo a Jardim Olinda temos o rio Pirapó e o Rio Paranapanema. O Pirapó tem uma água barrenta, de cor escura e, especialmente nesses últimos tempos, devido às chuvas, estava com uma correnteza daquelas. A ponte que passa por ele é pequena, e fácil de atravessar. Muitos pescadores a utilizam para pegar seu peixe. O pôr do sol visto de cima da ponte é lindíssimo, um colorido maravilhoso, que se encaixa pelo meio das árvores.

O rio Paranapamena, é grande, vasto, uma vista agradável de ficar observando. Quando fomos até ele, saímos  nas primeiras horas do dia, cerca de 7 hrs da manha. O nascer do sol, com a luz refletindo na água, deixa qualquer um embasbacado com tamanha beleza. Este rio é a divisa do estado do Paraná e São Paulo. Podemos dizer que, nem que seja por 15 minutinhos, o Gemada esteve também em São Paulo.

Já não bastasse tamanha beleza, descobrimos que andando cerca de 1km, do centro da cidade, poderíamos chegar em um ponto no qual os dois se encontravam. Não deu outra, depois de passar o dia descobrindo e entrevistando, corremos contra o tempo para conseguirmos ver o por do sol e poder pegar luz necessária para fotografar. Pegamos as lanternas e partimos.

Depois de andar um pouquinho, admirando a paisagem, chegamos no ponto no qual os dois se encontram. Coisa linda de viver. O por do sol, misturava suas cores com as árvores, a correnteza gerava pequenas ondas e o clima era agradável. Ficamos lá, deslumbrados com tamanha beleza e imponência.

O local tem fortes características que lembram os rios da Amazônia, com cara bastante indígena. E não deu outra, em nossas entrevistas descobrimos toda a história dos rios e conhecemos capítulos importantes da história da cidade que começam lá. Bom, mas deixaremos a todos com um gostinho de quero mais e contaremos essas histórias no livro.

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